De janeiro a junho deste ano, os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio Grande do Sul foram responsáveis por 73% das exportações brasileiras para os EUA.
São Paulo, o maior exportador, foi responsável por 31,9% das vendas em produtos como aeronaves, sucos de laranja e equipamentos de engenharia. A Embraer, sediada no estado, emprega também 3.000 estadunidenses.
O Rio de Janeiro exportou óleos brutos de petróleo, produtos semiacabados de ferro e aço e óleos combustíveis de petróleo.
Minas Gerais tem sua economia fortemente ligada à exportação de café, ferro-gusa e máquinas.
Já o Espírito Santo exporta semiacabados de ferro e aço, cal, cimento e material de construção e celulose; e o Rio Grande do Sul tabaco, máquinas de engenharia elétrica e sapatos.
Além desses produtos, o Brasil também exporta manga, carne bovina, peixes, móveis e madeiras para os EUA, embora não seja possível discernir com precisão de quais estados essas mercadorias se originam. A WEG, multinacional de equipamentos elétricos com sede em Santa Catarina, é uma das companhias que serão impactadas pelas tarifas.
Cerca de 86,6% das exportações brasileiras para os EUA são feitas por via marítima. Os portos de Santos, Itaguaí, Rio de Janeiro e Vitória, juntos, concentraram mais da metade desses embarques.
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