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maio 03, 2025

Radares meteorológicos do Rio de Janeiro (RJ)
Radares meteorológicos do Rio de Janeiro (RJ)

O município do Rio de Janeiro é regionalizado neste blog em seis grandes unidades físicas: três baixadas e três maciços. Essas regiões refletem não apenas a diversidade do relevo carioca, mas também a distribuição estratégica de equipamentos urbanos e ambientais. Um exemplo importante dessa organização é a instalação de radares meteorológicos nos três maciços da cidade — o Maciço da Tijuca, o Maciço da Pedra Branca e o Maciço de Gericinó-Mendanha.

Por óbvio, a escolha dos maciços para a instalação desses equipamentos está diretamente relacionada à altitude, que favorece uma maior cobertura e eficácia no monitoramento. Com base nessa escolha, os radares podem desempenhar papel fundamental no acompanhamento das condições atmosféricas, contribuindo para a prevenção de desastres naturais e para a tomada de decisões por parte dos órgãos públicos. A seguir, apresentamos as principais características de cada um desses equipamentos.

O radar do Sumaré iniciou sua operação em dezembro de 2010. Trata-se de um radar de fabricação estadunidense, provavelmente da ADC, mas de modelo desconhecido. O equipamento possui alcance de 250 km e opera na banda C, sendo capaz de cobrir a Região Serrana do Rio de Janeiro e alcançar até a cidade de Campos dos Goytacazes (RJ). Ele é operado remotamente pela Prefeitura do Rio de Janeiro, no Centro de Operações e Resiliência, localizado no bairro da Cidade Nova, mas está instalado no Morro do Sumaré, a 680 metros de altitude. Sua localização mais precisa é na região do Maciço da Tijuca. O radar permite o acesso a informações sobre precipitações que se originam entre as altitudes de 700 m e 1800 m.

O radar de Guaratiba passou a funcionar em dezembro de 2014. Também se trata de um radar de fabricação estadunidense, provavelmente da EEC, de modelo desconhecido. O radar de Guaratiba possui um alcance de 240 km, sendo capaz de cobrir parcialmente a cidade de Quissamã (RJ). Ele é operado de forma remota pelo INEA, na Praça Mauá, mas está instalado em Guaratiba, na Fazenda Modelo, a 66 metros de altitude. Sua localização mais precisa é na região do Maciço da Pedra Branca. O radar foi instalado em uma torre com 30 metros de altura.

O radar do Mendanha passou a ser operado a partir de março de 2024. Trata-se de um radar de fabricação finlandesa, da empresa Vaisala, modelo WRS40. O radar possui um alcance de 150 km e opera na banda X, que é de tecnologia mais moderna. Seu alcance permite observar as condições meteorológicas em parte de Minas Gerais, incluindo áreas da cidade de Santos Dumont (MG). Ele é operado remotamente pela Prefeitura do Rio de Janeiro, no mesmo centro citado anteriormente, mas está instalado na Serra do Mendanha, a 730 metros de altitude. Sua localização mais precisa é na região do Maciço de Gericinó-Mendanha. O radar permite detectar a formação de granizo. Foi instalado em uma torre com 25 metros de altura.

Considerando que o Brasil possui atualmente 45 radares meteorológicos ativos, sendo o 5º país do mundo com maior número desses equipamentos — atrás apenas dos Estados Unidos (220), Japão (94), Austrália (80) e Rússia (57) —, o fato de uma única cidade como o Rio de Janeiro concentrar três desses radares em seu território é altamente significativo e expressivo no contexto nacional. A esperança é que esses instrumentos tecnológicos sirvam como base para pesquisas científicas que revelem as mudanças climáticas no século XXI.

fevereiro 28, 2025

As embarcações de Ponta Grossa dos Fidalgos
As embarcações de Ponta Grossa dos Fidalgos

As embarcações utilizadas na pesca na Lagoa Feia pelos pescadores de Ponta Grossa dos Fidalgos passaram por transformações ao longo do tempo, sendo a canoa monóxila a principal embarcação até a década de 1970. No entanto, há lacunas históricas quanto à sua origem e evolução. Não se sabe ao certo se essa canoa era uma herança dos indígenas Goytacazes, que habitavam a região, embora existam registros de que esses povos dominavam a construção de embarcações. Além disso, as modificações ocorridas na canoa monóxila de Ponta Grossa dos Fidalgos desde 1767, quando a comunidade apareceu pela primeira vez em um mapa, até 1970, não são totalmente rastreáveis.

Mesmo diante dessas incertezas, é certo que a canoa monóxila utilizada na comunidade era construída com o uso de instrumentos de metal, tecnologia introduzida pelos colonizadores portugueses.

Para Barbara Purdy, as ferramentas de metal foram a principal modificação introduzida pelo colonizador europeu no processo de produção da canoa monóxila:

“Enquanto as ferramentas para o trabalho em madeira mudaram com a chegada dos europeus e de suas ferramentas de ferro, os métodos de construção das canoas monóxilas permaneceram basicamente o mesmo ainda no período histórico” (PURDY, 1991 apud HARTMANN, 1996; p. 29). (Souza e Júnior, 2016, p. 66).

Fotografias da canoa monóxila em uso em 1940, extraídas do trabalho de Luiz de Castro Faria, nos fornecem informações importantes sobre elas. Diferentemente das canoas pré-cabralinas, que não apresentavam diferenciação entre a popa e a proa, a canoa monóxila de Ponta Grossa dos Fidalgos, na década de 1940, apresentava essa distinção. Outra modificação visível é a presença de um banco a meio-nau, elemento ausente nas canoas pré-cabralinas. Além disso, tanto a proa quanto a popa eram mais elevadas, algo que era muito sutil nas canoas pré-cabralinas.

As canoas monóxilas pré-cabralinas se enquadrariam no tipo XA da classificação de Arnold (1996), uma embarcação exclusivamente monóxila sem acréscimo de elementos construtivos. (...)

Nas extremidades, pouca ou nenhuma diferença entre proa e popa, facilitando o varar terra e sair sem precisar virar a canoa, mudando apenas a posição dos remadores; essas extremidades apresentam perfil longitudinal em reta oblíqua pouco lançada e pouco elevada em relação aos bordos laterais (...). (Souza e Júnior, 2016, p. 64-65).

Canoa monóxila de Ponta Grossa dos Fidalgos durante a década de 1940
Fonte: Luiz de C align="center"astro Faria. '1930-'1940.
Obtida por pesquisadores da UENF (Valpassos e Neto entre eles).

A construção dessas canoas na década de 1940 utilizava madeira proveniente da Mata Atlântica:

Os pescadores de Ponta Grossa dos Fidalgos utilizavam, tradicionalmente, canoas. Essas embarcações eram feitas de peroba ou cerejeira e esculpidas em um único tronco. O material podia ser facilmente encontrado na Mata do Imbé, área florestal localizada a noroeste do município de Campos dos Goytacazes. As canoas mediam de seis a oito metros de comprimento (...). (Neto, 2012, p. 37).

No que diz respeito ao uso, a canoa monóxila de Ponta Grossa dos Fidalgos de 1940 era movida tanto pela força dos remos e varas quanto pelo vento. Embora não haja imagens dessa canoa com velas na década de 1940, por óbvio a introdução desse recurso exigiu adaptações estruturais na embarcação. Por outro lado, o uso da vara era perfeitamente compatível com as características da Lagoa Feia, uma lagoa de planície, de pouca profundidade.

As canoas (...) eram impulsionadas por velas, feitas de sacos de farinha de trigo, e com o remo, que funcionava, ora como propulsor, ora como leme. Quando não havia vento os pescadores utilizavam, além do remo, uma espécie de vara, ainda mais longa do que este, que, cravada no fundo da Lagoa servia, ainda, para ancorar a embarcação, impedindo-a de se movimentar livremente. (Neto, 2012, p. 37).

A canoa monóxila passou a cair em desuso em PGF já na década de 1970:

Dois motivos podem explicar tal fato. O primeiro foi a proibição da derrubada de peroba no Imbé, pois esta havia sido identificada como uma espécie arbórea em extinção, pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (IBAMA). O segundo motivo está relacionado com a disponibilidade. Desde o asfaltamento da estrada, que liga Ponta Grossa aos outros municípios da Baixada Campista, se tornou viável obter determinados bens e serviços, outrora pouco acessíveis. Assim, os pescadores puderam adquirir, entre outras coisas, madeira cortada em tábuas de tipos e origens variadas. (Neto, 2012, p. 38).

Atualmente, a bateira – nome dado pelos pescadores de PGF para sua embarcação, que também é citado em estudo sobre o substituto da canoa monóxila em Pernambuco – é amplamente utilizada. A bateira é feita com madeiras extraídas de outros biomas brasileiros, sendo adquirida na cidade de Campos dos Goytacazes. Seu formato é menos hidrodinâmico em comparação com a antiga canoa monóxila.

Estes são constituídos por diferentes partes, articuladas umas às outras por pregos de ferro ou de cobre bem como utilizando cantoneiras de metal. Cada parte é um plano constituído de várias tábuas, que deve ser medido e cortado separadamente para facilitar a combinação de dois ou três tipos diferentes de madeiras na mesma embarcação. Usualmente os construtores preferem a oiticica, pois tem boa durabilidade e um preço proporcionalmente vantajoso. (Neto, 2012, p. 38).

Essas embarcações, com média de 7 a 8 metros, são movidas principalmente por pequenos motores, embora seja possível encontrar algumas que utilizam velas.

Bateira de Ponta Grossa dos Fidalgos no século XXI
Fonte: Sala Verde IFF Campos. 2010 e 2011.

junho 02, 2024

Evolução tecnológica em Ponta Grossa dos Fidalgos e seu entorno
Evolução tecnológica em Ponta Grossa dos Fidalgos e seu entorno

Podemos identificar, em documentos de valor científico, três períodos tecnológicos ao longo da existência de Ponta Grossa dos Fidalgos (PGF) e seu entorno.

O primeiro período ocorre entre 1767 e 1783, caracterizando-se pelo estágio das ferramentas na lagoa e no ambiente terrestre ao redor da comunidade. O segundo período compreende os anos entre 1881 e 1940, marcando-se pelo estágio das ferramentas na lagoa e das máquinas no ambiente terrestre ao redor da comunidade. O terceiro período inicia-se entre 1960 e 1970, representando o estágio da máquina no ambiente terrestre ao redor da comunidade, na lagoa e na própria comunidade.

Primeiro Período (1769 até meados do século XIX): tudo era ferramenta

Entre 1769 e 1783, 223 engenhos e engenhocas de açúcar foram criados em Campos dos Goytacazes (RJ). Quase no mesmo período, mais especificamente em 1767, há registros do aparecimento de Ponta Grossa dos Fidalgos em um mapa histórico.

Nessa época, a tecnologia utilizada nos engenhos e engenhocas resumia-se ao estágio da mera ferramenta. Na pesca, ocorria o mesmo fenômeno. Ainda não se sabe se a rede de pesca, trazida pelo colonizador europeu, já era utilizada pelos pescadores de PGF, sendo possível que ainda fizessem uso do juquiá, um instrumento de pesca indígena.

Segundo Período (1881 até o fim da década de 1950): máquina no ambiente terrestre ao redor e pesca apenas com ferramentas

Já em 1881, o número de engenhos a vapor na região superava o número de engenhocas existentes. Segundo Lamego:

É de supor que, desde os fins da Regência, o domínio da máquina comece a preponderar em definitivo. (Lamego, 1945, p. 136).

No mesmo ano, há registros de Ponta Grossa dos Fidalgos como uma comunidade pesqueira.

Ato contínuo, em 1885, um novo estágio evolutivo foi atingido na planície. Ainda segundo Lamego:

Estamos no período áureo dos engenhos, mas justamente por esse tempo seu declínio vai começar com a ereção das usinas.

(...) Como se dera com as engenhocas e com os engenhos a vapor, as usinas aparecem de repente, e em poucos anos transformam de novo a economia regional. (Lamego, 1945, p. 137).

Em 1905, a atual Usina Paraíso começou a operar nessa condição, já como uma usina. Em PGF, muitos moradores provavelmente dependiam do trabalho nos canaviais que abasteciam a usina, dada a proximidade com a comunidade. Entretanto, o que chama nossa atenção é que o estágio da máquina chegou ao ambiente terrestre ao redor da comunidade – não no canavial, mas no beneficiamento da produção.

Usina Paraíso vista das proximidade de PGF.
Fonte: Sala Verde IFF Campos. 2010.

Já em Ponta Grossa dos Fidalgos, entre o final da década de 1930 e o início da década de 1940, confirmou-se o uso em larga escala das redes de pesca e a utilização da canoa indígena — esta última feita a partir de um único tronco, retirado na região serrana de Campos dos Goytacazes.

Apesar de ainda estar na fase da mera ferramenta, é necessário ter em mente que estamos falando da pesca artesanal em um ambiente lacustre.

Terceiro Período (de 1960 em diante): máquina em tudo

Na década de 1960, chegou a luz elétrica (1961), beneficiando diretamente PGF e conectando a comunidade aos avanços da Segunda Revolução Industrial. Consideramos que, nesse momento, houve a introdução da máquina na comunidade, caso aceitemos a classificação da fiação elétrica como parte do mecanismo de uma grande máquina de produção, transporte e distribuição de energia elétrica.

Na década de 1970, a evolução técnica permitiu o início da construção de um canal submerso na Lagoa Feia, obra que não chegou a ser concluída devido à resistência dos pescadores de PGF, já que sua construção levaria ao dessecamento de uma grande área ocupada pela lagoa. É a partir desse momento que consideramos a introdução da máquina na lagoa.

Na mesma época, houve uma mudança na fabricação dos barcos na comunidade. Até então, os barcos eram construídos com recursos obtidos no município de Campos dos Goytacazes. Posteriormente, passaram a ser fabricados com madeiras adquiridas no comércio da cidade, vindas de outras regiões do país — um fenômeno viabilizado pelo transporte rodoviário, característico da Segunda Revolução Industrial.

Com o tempo, em data precisa desconhecida, ocorreu uma sucessão de mudanças. A motorização das canoas tornou-se predominante, um marco importante, pois foi a primeira vez que um implemento técnico que não era mero prolongamento da mão humana (ferramenta) passou a ser utilizado na pesca — ou seja, uma máquina.

Em terra, chegou a água encanada (possivelmente em 1977). Mais tarde, vieram a parabólica, a telefonia fixa, a TV por satélite, a internet e a telefonia móvel.

Motor a combustão interna Yanmar em PGF.
Fonte: Sala Verde IFF Campos. 2011.

Fecha-se, assim, um ciclo de dominação da máquina: ela está — ou esteve — presente no ambiente terrestre ao redor da comunidade (por meio dos engenhos a vapor e das usinas, além de, possivelmente, ser utilizada hoje na colheita da cana-de-açúcar); na lagoa (com a tentativa de dessecá-la e a introdução do motor nos barcos de pesca); e na própria comunidade (por meio da energia elétrica)

maio 30, 2024

Herança indígena em Ponta Grossa dos Fidalgos na década de 1940
Herança indígena em Ponta Grossa dos Fidalgos na década de 1940

No livro O Homem e a Restinga, de 1946, Alberto Ribeiro Lamego aborda a importância da pesca no estado do Rio de Janeiro. Ele menciona a atividade pesqueira em Ponta Grossa dos Fidalgos (PGF), trazendo dados relevantes, como a existência de uma colônia de pesca na região (hoje, em 2024, inexistente), o número de pescadores cadastrados na época e a tonelagem de pescado comercializada pela comunidade no ano de 1940.

Entretanto, o que mais chama a atenção no livro são algumas características tecnológicas das comunidades pesqueiras do estado do Rio de Janeiro daquela época.

Segundo Lamego:

Sob nenhum outro aspecto, a influência do índio é ainda hoje tão marcante, nessa população litorânea, como nos processos individuais de pesca nas lagoas da planície. Muita coisa dêle herdamos nos instrumentos e métodos de trabalho. O juquiá que bate os fundos rasos a fim de aprisionar o peixe em suas paredes de taquara, o puçá que colhe o camarão, a canoa cavada num tronco, o jirau e a esteira em que comumente dormem, as cuias, balaios, arupemas, cordas de embira e panelas de barro, a pintura das rêdes com infusão de aroeira, as próprias palhoças toscamente elaboradas (...). (Lamego, 1946, p. 237).

Porém, na mesma época em que Lamego escreveu esse livro, outro pesquisador, o antropólogo Luiz de Castro Faria, realizou um estudo específico sobre a comunidade de Ponta Grossa dos Fidalgos. Sua pesquisa, conduzida entre o final da década de 1930 e o início da década de 1940, trouxe informações que conflitam com a interpretação de Lamego.

Em primeiro lugar, Castro Faria afirma que, naquela época, a maior parte das casas em PGF era feita de taipa (veja fotos abaixo). Lamego não mencionou diretamente essa localidade, mas, ao cruzar as informações dos dois autores, pode-se concluir que a "palhoça" citada por ele não era característica da comunidade de pescadores em questão.

Nas palavras da pesquisadora Thaís Nascimento Cordeiro, o antropólogo que estudou PGF na década de 1940 já havia observado que:

Casas, em geral de taipa, lascas de coqueiro e barro, cobertura de palhas de taboa e piso de terra batida, vinham sendo lentamente substituídas por habitações feitas de tijolos fabricados no próprio local, cobertas de telhas e com paredes rebocadas e quase sempre caiadas em branco e azul. (Cordeiro, 2009, p. 30).

O termo "em geral", usado na frase acima, sugere a possibilidade de que alguma palhoça indígena tenha existido em PGF, embora não haja como confirmar.

Já em relação a outra técnica indígena citada por Lamego, a canoa cavada em um único tronco, há evidências concretas de seu uso disseminado na comunidade naquela época. Essa informação foi confirmada por Castro Faria (veja fotos abaixo). No entanto, essa prática começou a ser abandonada na década de 1970. Atualmente, as canoas utilizadas na pesca na comunidade possuem fundo chato e são feitas com madeiras que não são nativas da região.

Imagens históricas de Ponta Grossa dos Fidalgos entre o final da década de 1930 e começo de 1940

Fonte: Luiz de Castro Farias. '1930-'1940.
Obtida por pesquisadores da UENF (Valpassos e Cordeiro entre eles).

Fonte: Luiz de Castro Farias. '1930-'1940.
Obtida por pesquisadores da UENF (Valpassos e Cordeiro entre eles).

Fonte: Luiz de Castro Farias. '1930-'1940.
Obtida por pesquisadores da UENF (Valpassos e Cordeiro entre eles).

Fonte: Luiz de Castro Farias. '1930-'1940.
Obtida por pesquisadores da UENF (Valpassos e Cordeiro entre eles).

Fonte: Luiz de Castro Farias. '1930-'1940.
Obtida por pesquisadores da UENF (Valpassos e Cordeiro entre eles).

Fonte: Luiz de Castro Farias. '1930-'1940.
Obtida por pesquisadores da UENF (Valpassos e Cordeiro entre eles).

Fonte: Luiz de Castro Farias. '1930-'1940.
Obtida por pesquisadores da UENF (Valpassos e Cordeiro entre eles).

Fonte: Luiz de Castro Farias. '1930-'1940.
Obtida por pesquisadores da UENF (Valpassos e Cordeiro entre eles).

Imagens históricas da pesca na lagoa Feia pelos pescadores de Ponta Grossa dos Fidalgos entre o final da década de 1930 e começo de 1940

Fonte: Luiz de Castro Farias. '1930-'1940.
Obtida por pesquisadores da UENF (Valpassos e Cordeiro entre eles).

Fonte: Luiz de Castro Farias. '1930-'1940.
Obtida por pesquisadores da UENF (Valpassos e Cordeiro entre eles).

Fonte: Luiz de Castro Farias. '1930-'1940.
Obtida por pesquisadores da UENF (Valpassos e Cordeiro entre eles).

Fonte: Luiz de Castro Farias. '1930-'1940.
Obtida por pesquisadores da UENF (Valpassos e Cordeiro entre eles).